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domingo, 7 de março de 2010

Letras e coisas que voam

Rosto batido de tantos ventos
a despeito de muitos mares
navegados, sua prosa pede pele,
íris e quase nenhum enfeite

Escrita com os olhos, sua frase
recusa os brincos que o céu
faz chover sobre a noite
de brisa em tempo quente

Para exilar a tristeza de se saber
sem voo, escreve os objetos
da rua e as coisas que vira
num quarto de hotel em Ouro

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Retiro Mineiro

1

Alguma Tecnologia

fogão à lenha, filtro de barro
rede armada, lanterna acesa



2

Assovio no Vento Escuro

o som liso traz algo tátil
acende lareira



3


Tu


triste ausência ritmada
ao som da chuva que cai